Pergunta o que precisas — agora e perto — e recebe lugares reais com uma linha de porquê. Guarda-os pela razão que te leva lá, e deixa em voz alta o que cada um significa para ti. Sem estrelas, sem reviews.
O Bairro responde a pedidos reais — não a categorias. Cada resposta traz um porquê de uma linha, não uma parede de resultados.
Não é uma review — é uma reflexão: como o usas, o que te lembra, porque voltas. Fica tua por omissão, e é o que torna o mapa vivo.
Não por categorias. Um jardim também é «sossego», «sombra», «um sítio para ler» — pede o que precisas e é assim que o encontras.
O teu espaço não é uma pasta de favoritos: cada lugar fica guardado com a razão pela qual o queres — para quando precisares, para escolher entre dois, ou só para um dia. O mapa devolve-o no momento certo.
Papel, tinta, aguarela e um ícone próprio para cada tipo de lugar. Não é um mapa genérico com pins iguais — é a tua Lisboa, ilustrada.
Muita gente já está cansada da cultura das avaliações. Nós também.
Partilhar — com quem, e quanto — é sempre uma escolha tua, nunca um pré-definido. E o mapa nunca mostra por onde andaste.